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Por Onde Começar A Reforma Da Moradia?

"Joao Lucas" (2018-04-16)

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Fazer reforma é sinônimo de surpresa: uma marretada às vezes revela um cano ou uma viga. Mais do que agonia de cabeça, estas descobertas podem simbolizar danos à suporte do prédio e gastos pro proprietário. Desse jeito, é necessário planejamento antes de deixar as coisas do seu jeito. A ABNT (Liga Brasileira de Normas Técnicas) publicou no ano anterior uma norma para orientar reformas em casas e apartamentos. De acordo com as regras, quem quiser fazer transformações estruturais precisa ter um plano de reforma, criado por um arquiteto ou engenheiro, e entregá-lo ao síndico.


Além de mostrar como os espaços vão ficar após a transformação, o projeto requer estudos das plantas do condomínio para distinguir canos, fios e vigas e decidir o que pode ser feito sem maiores estragos. A obra fica a cargo do profissional contratado, que assina um certificado de responsabilidade técnica. É ele que vai responder em caso de danos e precisará encontrar soluções. A arquiteta Nyrlei Dias diz que alterações nos sistemas hidráulico e elétrico e demolições exigem mais atenção e pedem um profissional que se responsabilize por elas. O termo de trato tira do síndico, representante divertido do edifício, e do proprietário a atribuição de solucionar problemas da obra.


O vice-presidente da Seam (sociedade de engenheiros e arquitetos municipais de SP), João D'Amaro, explica que é comum as pessoas contratarem um empreiteiro por conta própria, sem projeto prévio, e acabarem danificando alguma estrutura. Em alguns casos, como no modo de alvenaria estrutural (a parede de baixo segura a laje do alto), os riscos são ainda maiores. Apesar de não ser lei, a norma é levada em conta pelo Poder Judiciário. Processos abertos a partir de abril de 2014, no momento em que o regulamento entrou em atividade, e que precisem de provas de perícia vão utilizar a norma da ABNT como critério.


Pra cumprir a obrigação, várias pessoas buscam arquitetos e engenheiros que entreguem um certificado assinado, sem que eles acompanhem a reforma. Gabriel Mazorra, Da Ajuri Arquitetura. Como explica Mazorra, os serviços ofertados irão da elaboração do projeto e fiscalização de uma obra tocada pelo proprietário até a coordenação de todo o modo. O último caso acrescenta desde a compra do utensílio até a contratação da mão de obra e a escolha dos móveis. As opções são negociadas pelos freguêses, que escolhem a ajuda desejada. O diretor de negócios André Barretto, 38, foi com o arquiteto Rodrigo Calabró escolher os instrumentos pra obras em seu apartamento, em Moema (zona sul).


Ao todo, a reforma demorou seis meses. Ele sabia da existência alguns fornecedores, entretanto ainda faltavam contatos. O arquiteto também acompanhou a entrega dos equipamentos e estabeleceu um cronograma, seguido à risca. Barretto neste instante havia passado por novas reformas traumáticas e não queria atrasos ou surpresas. Uma obra anterior deveria ter demorado 40 dias, mas durou quatro meses. Pra impossibilitar amplificar o prazo da reforma, a educadora física Ana Carolina Ferreira, trinta e cinco, fez todo o projeto, incluindo a seleção de móveis, antes de começar o quebra-quebra. Mesmo com a planta do edifício em mãos, Ana só descobriu depois que a tubulação central do prédio passava pelo box do banheiro.



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Ao invés de analisar a organização da residência, correu para a arquiteta em procura de soluções. Dada a sensatez com que tocou as mudanças, Ana diz que nem ao menos parecia uma reforma grande. Quebra-se tudo o que deve ser quebrado. São feitos "rasgos" pela parede pra realizar as mudanças nas tubulações hidráulica e elétrica. Piso novo e as pastilhas nas paredes são colocados. Se o piso for de cerâmica, vai primeiro. Peças hidráulicas, como vasos sanitários, e de iluminação são instaladas. Reformas necessitam ter um responsável técnico (engenheiro ou arquiteto), que assine um termo se comprometendo com a obra. Antes do início da reforma, o síndico vai ter que ter em mãos o plano de reforma. Ele necessita analisá-lo pra autorizar ou descartar a obra. Em caso de danos gerados pelo descumprimento da norma, síndico e/ou condômino podem ser responsabilizados até criminalmente. Não é lei. No entanto, em ação judicial, o descumprimento da norma poderá ser considerado um agravante.


Projeto de Maria Inês de Toledo Cesar e Rubens Tiezzi. Como uma janela para o mar, esta construção se divide em 2 módulos que somam quarenta e quatro m²: um abriga quarto e banheiro, e o outro, sala, cozinha e varanda. Os bangalôs de pínus de reflorestamento foram organizados a respeito de uma apoio de concreto moldada no terreno, respeitando o declive do lote no litoral catarinense.


Projeto de Giovani Bonetti e Tais Adriana Marchetti Bonetti. Três premissas nortearam este projeto: obra rápida, execução condicionada às dificuldades do lote e custo nanico. A solução veio em módulos suspensos sobre o assunto pilotis, evitando que a umidade danificasse o OSB, painel de fibras de espécies de reflorestamento, como pínus e eucalipto, e também resíduos de madeira. Pré-fabricada, esta residência de madeira de 134 m² nos arredores de Esbelto Horizonte se diferencia por sua varanda em ângulo, que acompanha o desenho da área social. As telhas de concreto, pintadas de verde, fazem um contraponto com as paredes, cobertas de branco.


Portas e janelas de grandes proporções aproveitam a luminosidade natural. Projeto de Marta Duque e Regina Linhares. Esta romântica cabana de sessenta e nove m², em Campos do Jordão, São Paulo, retém soluções rústicas, como telhado de duas águas, blocos de granito irregular, tijolos pintados e infraestrutura de toras de eucalipto. As paredes são de tábuas e receberam um acabamento chamado costaneira. Acabei de me lembrar de outro site que bem como podes ser proveitoso, veja mais informações por esse outro postagem Clique neste website, é um prazeroso blog, creio que irá desejar. São toras cortadas, que disfarçam as emendas e dão volume à divisória.


Painéis pra vidro em três fachadas trazem mais luminosidade ao interior e concedem aos moradores uma linda visão da mata do entorno. Projeto de Toledo, Tiezzi Arquitetos. A moradia de 106 m² foi construída em um fundo de vale na serra fluminense, Rio de Janeiro, implantada entre duas árvores nativas. Inspirada nas log homes, exibe as paredes de toras de eucalipto, e o telhado de ardósia reforça o aspecto rústico. Tudo fica sustentado por uma apoio de pedra-madeira, evitando o contato direto dos troncos com a umidade do solo. Esquadrias do tipo guilhotina reforçam o ar claro da moradia. Projeto de Antonio Cláudio de Souza Leite e Felipe Lobão Arquitetos Associados.



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