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7 Dicas Para Iniciar Uma Coleção De Veículos Em Miniatura

"Benício" (2018-04-11)

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estante para vinilJorge Beard e Haroldo Hutchins são duas crianças cheias de energia e que adoram fazer travessuras, tantas que sobra até para os colegas de classe. jeito com que se abre quadrinho muitas vezes mostra tanto de cuidado que se tem com ele, porque dependendo da angulação que se abre se pra mais ou pra menos pode danificar quadrinho tanto na costura e colagem das páginas que acaba destruindo material e sua resistência.

Funcionário público da UFPB, potiguar Alex de Souza está fazendo mestrado onde objeto de estudo gira em torno da presença do jornalista nas HQs e da novela gráfica inglesa Transmetropolitan - lembre-se que Superman e Homem Aranha são da área de comunicaçção, sem falar nos personagens coadjuvantes", disse.

Só para deixar bem claro: eu não quero dizer com nada disso que você não deveria nunca mais comprar uma revista em quadrinhos analógica. Eu sei que para muitos fãs nada vai superar a sensação do papel nas mãos, e orgulho de ter comprado uma edição lá na época em que ela saiu pela primeira vez". Eu acho que as duas formas são legais, e apesar de hoje em dia ler praticamente só na tela, não acho que qualquer um deva" fazer mesmo. que eu acho é que não se deve dispensar essa nova possibilidade apenas pelo orgulho velha guarda. Há espaço para as duas formas.

Olá Maurício e leitores do blog Old Races ! Sou Rodrigo Lobo, tenho 37 anos, médico oftalmologista e colecionador diecast de carros, principalmente na escala 1:64 além de alguns na escala 1:43. Comecei esse hobby em 2007 por influência de meu irmão mais velho, que tinha iniciado também há pouco tempo. Tive a sorte de encontrar, naquela época, as miniaturas da tradicional marca Matchbox (fundada na Inglaterra no final dos anos 1950s) facilmente nas gôndolas das lojas de departamentos aqui de Salvador e com preços convidativos (R$5,00). Escolhi esta marca por retratar de forma mais fiel os carros reais que vemos nas ruas, em comparação com a Hot Wheels que apesar de ser mais difundida visa mais público infantil com suas miniaturas multicoloridas.

ponto mais alto deste tipo de colecionador, que podemos considerar um Hardcore 3, seria que há alguns colecionadores específicos que não se contentam somente com 1 jogo de cada da franquia e vão atrás das versões de cada idioma e ate versões greatets hits ou player choise só para tentarem ter realmente todos de cada, que doidera.

Acabei de ler Talco de Vidro, do Marcello Quintanilha. Talvez melhor quadrinho nacional que já li. Ele tem uma força de literacidade que se aproxima dos livros de romance muito mais que uma mera adaptação de clássicos da literatura. Ele é a própria literatura contemporânea que vemos hoje nos melhores autores. E não digo apenas brasileiros, mas os internacionais.

Suas prateleiras são ideais para acomodar livros, louças, utensílios e até mesmo bebidas e objetos de colecionador. Já suas portas deslizantes em vidro, permitem que conteúdo interno fique à vista; garantindo assim, maior praticidade e aproveitamento de espaço.

Uns dias depois, comentaram que as editoras dessas capas duras de super-herói foram das poucas do mercado livreiro que conseguiram ficar no azul no pior da krize no ano passado. Tem bastante editor querendo entender e copiar fenômeno. Imaginei centenas de cenas iguais à da banca se repetindo por aí - provavelmente mais em versão virtual, no carrinho de compras da Amazon. É algo recente no Brasil. Entre várias coisas curiosas do fenômeno está essa predileção pelas capas duras, que rende umas analogias entre quem liga colecionismo a buscar solidez no mundo. Pode ser também que as capas duras formam blocos TOC-friendly na estante. Vai saber transtorno obsessivo de cada um.

Só que aquele cara na banca falou que não ia ler boa parte do que comprou. A função da maioria daquelas capas duras ia ser, imagino, decorar a estante. Ou completar numeração de uma série, só pela necessidade de completar a numeração. Não era uma pilha para ler depois. Era uma pilha para atender a algum desejo particular, que não de ler.

Já li um bocado de coisa nessa vida, já tive algumas respostas diferentes pra essa pergunta e talvez minha opinião ainda venha a se renovar um dia. Ler um romance é uma experiência bem diferente de uma hq, ritmo de leitura é outro, as sensações de ler só letras e imaginar todo resto é diferente de ver ilustrações e balões de fala em diferentes formatos e cores e, apesar de serem narrativas, os dois universos são diferentes demais. Não tem melhor ou pior, tem apenas diferentes. Não sei que vou querer ler amanhã, sei que minha Estante para carrinhos (www.burohaus.com.br) tem de tudo. Concordo com Paulo Ramos, história em quadrinhos é uma mídia à parte da literatura.

As peças são separadas como um quebra-cabeças e você monta da maneira que quiser, obedecendo determinadas larguras, alturas e encaixes que já vem prontos. Pode-se, por exemplo, regular a altura das prateleiras (veja na foto que as laterais da estante têm vários furos brancos para que se possa determinar a altura da prateleira).

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