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"Paulo Caio" (2018-04-13)

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Remédios falsificados, irregulares, oriundos de contrabando ou roubo poderão ser interceptados mais de forma acelerada através do próximo ano. No primeiro trimestre de 2018, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e um grupo de seis organizações farmacêuticas começam um projeto-piloto pra rastrear remédios desde a realização à venda no Brasil. O rastreio será possibilitado por um número individual, exclusivo de cada medicamento.


Esse código, que funciona como um número de identidade único, estará na embalagem de cada produto e permitirá que governo e farmacêuticas rastreiem os medicamentos em toda a cadeia comercial. O recurso tem começo com o fabricante ou importador do medicamento, que informa à Anvisa quando o artefato sai do laboratório e é enviado pra uma revendedora.


Por tua vez, quando as revendedoras recebem e no momento em que revendem o remédio, elas detalham à agência os detalhes sobre isso quais drogarias ou hospitais receberam o artefato. Pedro Ivo Sebba Ramalho, diretor-adjunto da Anvisa. A agência assim como espera que o sistema ajude as ações de recolhimento - no momento em que um remédio apresenta problemas de peculiaridade e necessita ser retirado de forma acelerada de circulação. Entre os produtos a serem monitorados na primeira fase do programa, estão medicamentos caros, geralmente visados por criminosos. Outro critério são produtos usados com regularidade e, dessa maneira, de alto volume - outro campo de interesse dos falsificadores.


Os medicamentos que começam a ser rastreados no ano que vem são Tandrilax (analgésico e relaxante muscular), Climene (para terapia de reposição hormonal feminina), Micardis (pra pressão alta), Levaquin (antibiótico) e Faulblastina (utilizado no tratamento de diversos tipos de câncer). Os produtos são das farmacêuticas Aché, Bayer, Boehringer Ingelheim, Janssen-Cilag e Libbs, que participam da fase piloto da iniciativa. Futuramente, Eurofarma e Roche também devem ser inseridas, segundo o Sindusfarma (Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo).


Nelson Mussolini, presidente-executivo do Sindusfarma. Algumas das classes de remédios a serem rastreadas pela Anvisa - antibióticos, analgésicos e remédios para câncer - estão entre as principais falsificadas globalmente, de acordo com a OMS. Antibióticos, tendo como exemplo, representaram um quinto dos casos denunciados à organização entre 2013 e 2017, seguidos por anestésicos e analgésicos, com oito,5% dos casos.


No período pesquisado por Ames, um total de 610 medicamentos, incluindo antidepressivos, esteróides anabolizantes, produtos para disfunção erétil masculina e produtos para perder peso, foram declarados falsos após análises por peritos criminais. Questionada pela BBC Brasil sobre apreensões a partir de 2011, a Polícia Federal não respondeu. Imediatamente a Anvisa comentou não ter estimativas sobre o montante de remédios falsificados ou de qualidade desagradável em circulação. Em 2016, a Anvisa afirma que 6 lotes de remédios falsificados foram apreendidos. A entidade não precisou o volume de unidades envolvidas nos seis lotes interceptados.



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Apesar da inexistência de estatísticas oficiais, a dificuldade é considerado delicado pela agência. Para o próximo ano, Anvisa trabalha em um plano nacional de combate a remédios falsificados, quota de uma estratégia internacional da OMS para levar diferentes países a elaborar programas nacionais para cuidar do problema. Acabei de me lembrar de outro web site que também podes ser vantajoso, leia mais dicas por este outro post Artigo Completo, é um prazeroso site, creio que irá adorar. O Brasil é um essencial aliado neste cenário. A nação foi o responsável pelo coordenar um guia, lançado pela OMS em outubro, para novas nações desenvolverem programas capazes de frear a elaboração e venda de remédios falsificados ou de característica insatisfatório. Um dos principais desafios de reguladores é a web, que abriu um vasto campo de atuação pra criminosos que lucram com o comércio de medicamentos falsificados, sem registro ou de propriedade fraco.


Reguladores nem sempre são capazes de frear a máquina propagandista utilizada por criminosos online e em redes sociais pra alavancar e vender estes produtos. Ramalho, da Anvisa, reconhece a dificuldade de processar e prender criminosos que atuam na venda online de produtos irregulares. No caso do artefato Control-Pro, o blog onde o item é vendido deturpou comunicados reais da Anvisa para anunciar os produtos.



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