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O Que Consumir Na Doença De Crohn

"Carlos" (2018-04-09)

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Recentemente, escrevi um postagem sobre isso as corridas de distâncias curtas e mencionei meu intuito para 2013: dominar os 5K no tempo de vinte minutos. Uma meta que, se está um pouco retirado da "elite", ainda é um feito e tanto para um atleta amador como eu, que tem que conciliar treinos com viagens, obrigações profissionais e (por que não?) lazer.


Além do que, convenhamos, com os 40 anos batendo na porta. Os tempos acima representaram 2 minutos a menos do que meus tempos de 2012, o que significa um bocado. Apesar de ter condições de entrar pela moradia dos 19 min, o inverno já está chegando e aspiro suprimir meus treinos. O propósito do postagem não é vangloriar sobre isto as metas, no entanto sim criar este artigo um pouco do entendimento que considero valioso para que cada pessoa persiga seus ideais.


Uma vitória se fornece com obediência e um bocado de organização, entretanto existem alguns "insights" que funcionam e que as pessoas nem sempre percebem como são interessantes. Eu nunca quis perder gordura demais e chegar àquele "físico de maratonista" - seco, esquálido, muito comum em corredores de estrada. Várias pessoas são capazes de não ligar para esta finalidade, entretanto eu particularmente não acho saudável.


Entretanto, até 2011 eu perseguia abundantes ideais ao mesmo tempo: queria ser rapidamente nas provas e manter a musculatura a toda a hora em dia, assim sendo adotava uma rotina de ganho de massa muscular em conjunto com os treinos de velocidade. Eu não conseguia fazer bem uma coisa, nem outra - a situação de lesões e doenças de imunidade (gripes e resfriados) era frequente. No encerramento de 2011, a começar por uma das poucas ideias felizes do meu sócio Juliano (aguenta essa), resolvi dividir meu treinamento em ciclos.


Por não amar de correr no inverno e adoecer com frequência (Curitiba é uma cidade complicada para treinos ao ar livre), a primeira providência que tomei foi alterar meus treinos de base para setembro. Não vejo significado em parar de correr em dezembro, como faz a maioria dos corredores, visto que o verão é uma época muito agradável para praticar exercícios.


Eu corro por prazer e não preciso de férias da corrida, somente dos treinos pesados. No decorrer da apoio, eu mantenho um treino de ganho de massa muscular suave ou média, que não compromete o rendimento. Posteriormente, faço uma dieta para secar gordura e chegar ao nível mínimo no verão, pra gerar eficiência no exercício. Posteriormente, do começo dos treinos pesados até o encerramento das provas, musculação passa a ser um mero acessório pra manutenção, com séries leves que não atrapalhem meus treinos e minhas provas.


Tudo é pensado e planejado para privilegiar a corrida. Desta forma, chego às provas com meu peso mais leve - normalmente cerca de 67kg - o que é muito mais do que pesa um atleta de elite, que podes ter 10 quilos a menos facilmente. O peso mais suave faz uma diferença brutal no desempenho das provas. Proporcionalmente, eu poderia baixar ainda mais o peso e aprimorar meus tempos, todavia, isso conflitaria com meus objetivos de saúde e equilíbrio.


Em junho, quando começa a esfriar com finalidade de valer, inicio os treinos de hipertrofia com intensidade máxima, objetivando recuperar a massa muscular perdida durante os treinos de corrida. Em setembro inicia-se um novo ciclo. Ao longo do tempo, percebi que a maioria das pessoas subestima a importancia da nutrição e superestima a importancia dos treinos. Muitas comem como "acham" que devem, evitando nutrientes fundamentais em troca de dietas tolas ou mesmo comendo sem critérios adequados.


Uma parcela dos atletas treina sem superior comprometimento ou pior do que isso, treina exageradamente, quatro ou cinco vezes por semana, em sessões extenuantes que dificultam a recuperação do corpo. Overtraining aliado à má nutrição é receita certa para o fracasso. Diversos se surpreendem ao saber que eu nunca treinei mais do que três vezes na semana, quando não apenas duas, por motivos que vão de viagens até clima.


  • 1 colher (sopa) de folhas de boldo
  • Português de Brasileiro
  • Exercícios físicos
  • dois morangos picados

Treinar pela esteira não é uma opção, visto que considero fundamental o treino de via, particularmente pra perseguir metas agressivas. Também, meus treinos em 2013 incertamente passaram de 5km por sessão durante o ciclo de performance. Não obstante, o segredo pra treinar pouco é usufruir intensamente cada treino, oferecer tudo de si. Uma alimentação controlada é necessária, ingerindo carboidratos, proteínas e nutrientes na proporção recomendada e nos horários corretos. Fim de semana é possível relaxar com a alimentação se durante a semana ela for correta, o que não significa atravessar fome, pelo contrário, alimentar-se de forma impecável é comer bem. Se quiser saber mais infos sobre isso desse cenário, recomendo a leitura em outro fantástica website navegando pelo link a a frente: simplesmente veja isto ejurnal.stikesbaptis.ac.id. A suplementação com proteína e outros componentes também é feita cuidadosamente e ante direção médica.


Assim sendo, naturalmente (sem recorrer a drogas) é possível atingir o máximo de rendimento do corpo humano. Ao mesmo tempo, a imunidade se mantém alta, evitando doenças. Negligenciar a suplementação, por outro lado, não repondo o desgaste nos horários devidos, torna muito simples a queda da imunidade. Assim, o que muitos atletas não percebem é: comer acertadamente e treinar com competência (não quantidade) são dois requisitos básicos para quem ama exercícios.



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