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Memória DDR3 (Double Data Rate 3)

"Maria Maria Alice" (2018-04-12)

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As lembranças DDR3 (Double Data Rate três) chegaram ao mercado para substituir o modelo DDR2, tal assim como este substituiu o tipo DDR. A motivação desta alteração é, como a toda a hora, a indispensabilidade de melhor desempenho. Nesse post, você irá ver as principais características das lembranças DDR3 e conhecerá suas diferenças em relação aos padrões anteriores. Pra compreender melhor este estilo, considere que, no momento em que nos referimos ao período de clock, estamos tratando da intercomunicação da memória com o exterior.


Entretanto, a memória trabalha com uma frequência própria internamente. Vale frisar que, em termos gerais, as taxas da frequência de intercomunicação externa são 4 vezes maiores que o clock interno. Com isto, um módulo que trabalhar internamente a 200 MHz funciona externamente a 800 MHz, a título de exemplo. Há, não obstante, um semblante onde a memória DDR3 leva desvantagem: a latência, em poucas palavras, o tempo que a memória leva pra fornecer um dado solicitado. Quanto pequeno esse número, melhor. DDR3: 7, 6, 8 ou 9 ciclos de clock.



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Perceba que, com isso, um módulo DDR2 poderá gastar até 5 ciclos de clock pra começar a fornecer um acordado dado, durante o tempo que que no tipo DDR3 esse intervalo podes ser de até 9 ciclos. Para conquistar apequenar a latência, fabricantes usam de numerosos recursos nos módulos DDR3, como um aparelho de calibragem de sinal elétrico, que proporciona maior firmeza nas transmissões.


Saiba mais sobre isso latência no texto Memória ROM e RAM. No que se expõe ao consumo de energia, as memórias DDR3 são capazes de levar vantagem em relação às tecnologias anteriores: por modelo, trabalham com 1,cinco V, contra 1,7 V e dois,cinco V dos tipos DDR2 e DDR, respectivamente. É significativo notabilizar, mas, que estes valores conseguem ser aumentados ligeiramente pelo fabricante para responder a definidas necessidades - obter um acordado nível de clock, por exemplo.


Do mesmo jeito que acontece com seus antecessores, os módulos DDR3 assim como são capazes de trabalhar com o esquema Dual-Channel, onde controlador faz com que as memórias possam transferir o dobro de detalhes por momento: ao invés de 64 bits, transferem 128 bits. Todavia, através da linha de processadores Intel Core i7, as memórias DDR3 passaram a revelar com uma nova modalidade: Triplo-Channel. Como o nome aponta, por esse modo, as memórias passam a trabalhar com o triplo de fatos por ciclo. Desta maneira, se cada canal transmite sessenta e quatro bits, temos assim sendo um total de 192 bits por vez. Além disso, se no jeito Dual-Channel é preciso utilizar 2 pentes de memória com as mesmas especificações, no Triplo-Channel são necessários três.


Isso indica que a placa-mãe precisa revelar não só com um chipset compatível (o mesmo vale para o processador) assim como também portar mais slots de memória, resultando tais dispositivos de maiores preços ao usuário. Do mesmo modo que é possível descobrir kits com pentes de memória para Dual-Channel, há fabricantes disponibilizando kits pra Triplo-Channel. Bem como as memórias DDR e DDR2, os módulos DDR3 contam com uma ranhura, quer dizer, com uma pequena divisão entre seus terminais de contato. Para evitar desorganização entre os padrões, cada tipo retém esse espaço numa posição desigual.


No caso das lembranças DDR3, a ranhura está mais à esquerda. Este é mais um ponto onde as lembranças DDR3 são parecidos ao padrão DDR2: ambas trabalham com um jeito denominado On-Die Termination (ODT). Trata-se de uma tecnologia que socorro a evitar erros de transmissão. Os sinais elétricos sofrem um efeito de regresso quando chegam ao término de um caminho de transmissão. Grossamente falando, é como se a energia batesse numa parede no encerramento de seu caminho e voltasse.


Por motivos incontáveis, esse efeito bem como pode decorrer no "meio do caminho". No caso das memórias, esse defeito, conhecido como "sinal de reflexão", poderá significar perda de desempenho e indispensabilidade de retransmissão de fatos. Nas lembranças DDR, esse problema é tratado por meio de um procedimento que corta o sinal de reflexão a começar por resistores que são adicionados à placa-mãe. É desse aparelho que vem o nome "terminação resistiva". Nas tecnologias DDR2 e DDR3, a terminação resistiva pela placa-mãe não se contou produtivo, pelas características físicas desses tipos de memória. Diante desse problema, foi imprescindível entender alternativas e portanto surgiu o ODT. Nesta tecnologia, a terminação resistiva fica dentro do respectivo chip de memória.


Com isso, o trajeto percorrido pelo sinal é pequeno e há menos ruídos, ou seja, menos perda de detalhes. Até a placa-mãe acaba se beneficiando dessa tecnologia, pelo motivo de um componente deixa de ser adicionado, reduzindo custos de realização. Tal como suas antecessoras, as memórias DDR3 seguem duas denominações: DDR3-XXXX e PC3-YYYY, onde YYYY sinaliza a quantidade de megabytes transferidos por segundo (valor máximo teórico). Faltou esclarecer o sentido de XXXX, não é mesmo?


Esse número faz alusão a uma medida conhecida como megatransfer - no nosso caso, megatransfer por segundo, quer dizer, MT/s -, que informa a quantidade de fatos transferidos por vez. Deste jeito, um módulo DDR3-800 indica que o dispotivos trabalha com até 800 milhões de transferência de fatos por segundo. DDR, DDR2 e, nesta hora, DDR3. Tanta alteração faz parte da inevitabilidade frequente que a indústria precisa de doar tecnologias que possam seguir o crescente poder dos processadores. Se chegou até aqui é em razão de se interessou sobre o que escrevi por esta postagem, correto? Para saber mais sugestões a respeito, recomendo um dos melhores web sites a respeito de esse tema trata-se da fonte principal no foco, encontre aqui simplesmente clique na seguinte página da web. Caso precise podes entrar em contato diretamente com eles simplesmente clique na seguinte página da web página de contato, telefone ou email e saber mais. Isso aponta que um novo padrão, quem sabe o DDR4, está por vir? Pode ter certeza que sim. Empresas como Intel e entidades como JEDEC imediatamente trabalham nas especificações de novos de lembranças que possam ser não só mais rápidas, contudo assim como viáveis em termos de gasto e consumo de energia.


Lembranças de alta performance como as Corsair Dominator Platinum e G.Skill Trident são caras, porque são fabricadas e testadas uma a uma, chip a chip (geralmente são dezesseis chips por módulo). Esses chips são testados individualmente para sua classificação, sendo que são bastante raros os aprovados para trabalhar em frequências de dois.666 MHz ou superiores. Computadores providos dos processadores de nova criação, Haswell (série K) e Ivy Bridge E (série K e X) têm a característica de poder trabalhar com as lembranças em alta periodicidade, o que melhoria consideravelmente o desempenho do sistema. Um prazeroso investimento é utilizar 8 GB de memória RAM. Pra testar se uma memória está sensacional, é bastante proveitoso conhecer o software Memtest / Memtest86.



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