Reader Comments

O Recorde Da Estupidez

"Joao Davi Lucas" (2018-04-10)

 |  Post Reply

ler mais

Logo você receberá os melhores conteúdos em teu e-mail. Quando vejo a ira causada na página principal tentativa de controle de velocidade, me pergunto se as pessoas não preferiam que as leis fossem respeitadas e houvesse mais segurança para todos; e menos vítimas nas estatísticas. Se o prefeito ou governador de uma cidade ou Estado instala radares pra multar os que violam as leis, é acusado de alimentar uma invisível Indústria da Multa. O radar virou inimigo.


No momento em que é derrubado por um vândalo, comemora-se. Neste momento vi "especialistas" esclarecerem que a diminuição de velocidade é perigosa. Que é aliada de assaltantes. Que o motorista deve frear bruscamente pra conter, causando acidentes. Que os radares só pioram. Me lembro de autoridades do judiciário proibirem radares, anularem multas. Exige-se que exista uma placa indicando: "diminua a velocidade, radar à frente". A legislação é prudente com os imprudentes, generosa com os infratores.


Nos EUA, as instituições foram se degenerando. Mataram o presidente, teu irmão, candidato à Presidência, 2 líderes negros de direitos civis, entraram numa batalha suja e corrupta, apoiaram ditaduras, impeacharam Nixon, envolveram-se em golpes que denegriram a imagem de um Estado libertador. A corrupção policial desorganizou a comunidade. A América se abrasileirou. Todavia a vigilância nas ruas e estradas continua severa. E as filas, respeitadas. Morei em San Francisco, onde até ciclistas são multados se flagrados cometendo irregularidades, como não utilizar capacete ou apontar que vai virar. Pedestres são multados se não atravessarem pela faixa. Mais de 25% da arrecadação vinha de multas. A cidade espalhara radares em todos os cantos, e a população comemorava.


Ela pedia radares, para impossibilitar atropelamentos e acidentes em seus bairros: os condutores respeitarão as leis, e o município arrecadará uma grana para melhorar vias, escolas, transporte público, parques, bibliotecas. A imprudência de uns gera qualidade de vida à maioria. No tempo em que isso, vamos batendo recordes de morte no trânsito. O táxi pra cadeirantes é um serviço que se torna evento em o mundo inteiro.


Cada cidade tem tua norma. Em Londres, os populares veículos pretos têm rampas acopladas mas laterais. Cada cadeirante entra em qualquer carro com a socorro do motorista. A tarifa é subsidiada. Pela Espanha, é necessário telefonar e agendar. São minivans com rampas traseiras. Fica-se num espaço acolchoado, em que a cadeira se encaixa. A tarifa é comum. Em Nova York como pela Califórnia, são caros rebaixados, em que se entra pela lateral por uma rampa.



  • Sergio barletta citou

  • Armários, nichos e soluções design

  • dez - Não se esqueça da parte jurídica

  • Cozinha pequena

  • 5ª dica - Exercício de painéis magnéticos



Basta ligar 311 e agendar ou aguardar na página principal estrada (um litígio judicial pede que 100% da frota seja adaptada). A tarifa é comum. Todos acima podem segurar passageiros não deficientes. No Brasil, o serviço, claro, tinha que ser mais complicado, burocrático e ineficiente. Não fornece lucro a taxistas. No Rio era um modelo. Uma cooperativa serve só a deficientes. Um telefone atende toda demanda. A dificuldade é que o tipo de carro que se necessita de (com elevadores plataforma e teto levantado) e tua manutenção são caros. E, surpresa, não têm isenção pela compra do automóvel e equipamento.


Às vésperas dos Jogos Olímpicos, o serviço poderá fechar. Em São Paulo, a lei quatrorze.401 de 2007 foi feita pra satisfazer a todos de tal forma que não agrada ninguém, nem sequer passageiros, nem motoristas. São 88 veículos com plataforma complicados de serem agendados. Kassab sabia que o negócio não funcionava. Prometeu dois alvarás de automóveis comuns e mais dois de veículos híbridos a cada cooperativa (frota) que aceitasse um veículo adaptado (acessível). No encerramento do ano, uma bomba cai no colo das prefeituras.


A lei federal 13.146 de julho de 2015 exige que "as frotas de corporações de táxi devem reservar 10 por cento de seus automóveis acessíveis à pessoa com deficiência". Se seguirem as normas cujos automóveis deverão ser adaptados com plataforma elevatória pela extremidade traseira ou lateral, o serviço permanecerá deficitário. A Prefeitura de BH opera com táxis com rampas. A do Rio promete isenções. A de São Paulo reconhece que precisa modificar. Briga pra ampliar o conceito de acessibilidade a partir do Projeto de Lei 563/2014, que tramita a passos lentos. Agora foi aprovado em quatro Comissões. Está parado na de Finanças e Orçamento. Tua aprovação garantiria um serviço capaz de táxis com rampas.


A montagem assim como é mais rápida. Se você não pretende elaborar agora o telhado, a laje precisa ser feita com caimento mínimo de dois cm por metro. Eu quase agora tinha me esquecido, para compartilhar este post contigo eu me inspirei neste blog Na página principal, por lá você poderá encontrar mais informações relevantes a este artigo. O primeiro passo é montar as empenas (oitões) sobre a laje, pra doar caimento ao telhado. Se a casa não tiver laje, construa as paredes de forma que cheguem direto até a altura do telhado. O caimento do telhado depende do tipo de telha escolhida, no entanto a altura da empena depende assim como da altura da caixa d’água que ficará debaixo do telhado.


E lembre-se de que é necessário deixar espaço para abrir a tampa da caixa d'água. Instale a caixa sobre uma base de caibros. É desejável ter uma distância mínima de 1,50 m entre o fundo da caixa d'água e o chuveiro, pra que a água desça com pressão suficiente. As lojas de utensílio de construção têm as instruções do fabricante de telhas pra montagem do telhado.



Add comment