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Saúde E Lesões: Aprenda A Impedir Problemas Comuns Entre Corredoras

"Guilherme" (2018-04-12)

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É claro que, em qualquer esporte, ambos os sexos estão sujeitos a se machucar durante o treino ou batalha. No entanto, várias características biológicas intrínsecas às mulheres tornam-nas mais suscetíveis a várias lesões e incômodos recurso semelhante fisiológicos. Listamos a seguir uma série de problemas comuns entre as corredoras para que você possa conhecer mais o teu corpo humano e, então, se precaver contra férias forçadas do asfalto. Diversos estudos têm indicado que a incidência da fratura por estresse pode ser muito superior pela mulher, todavia, segundo Ana Paula Simões, ortopedista e traumatologista do esporte, é necessário elucidar essa afirmativa.


Em condições semelhantes de saúde e de condicionamento físico, ambos têm a mesma promessa de ter a lesão. O que difere um do outro são condições intrínsecas ao mundo feminino envolvendo fatores hormonais e nutricionais que, no momento em que desregulados, favorecem o aparecimento da fissura", explica a especialista. Entre as possíveis causas da TMA estão: exagero de treino, baixa gordura corporal, perda de estoques específicos de gordura (como a localizada no quadril, pernas e nádegas) e dieta inadequada.


Estes fatores levam a mulher a sofrer transformações hormonais que desregulam o período, fazendo com que a absorção de cálcio pelo organismo seja prejudicada e, consequentemente, ocorra perda óssea", anuncia a ortopedista. E também acrescentar as chances de uma fratura por estresse, a esportista pode, caso a síndrome não seja tratada, construir osteoporose precoce, que nem sequer toda a densidade óssea perdida ao longo da amenorreia será restaurada.


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As lesões de quadril têm como principais fatores o aumento na intensidade e volume do treino e o excedente de impacto. Uma lesão muito frequente em mulheres é a bursite de trocanter maior (ou trocanteriana), que, segundo alguns autores, pode ocorrer entre quatro e nove vezes com mais periodicidade nas atletas. Se quiser saber mais infos sobre o assunto nesse foco, recomendo a leitura em outro fantástico website navegando pelo hiperlink a a frente: Recurso semelhante.


O trocanter maior é uma região do fêmur com origem e colocação de músculos muito utilizados pela corrida, como o vasto lateral e os glúteos médio e máximo. Pra defender o tendão do atrito com o osso, o corpo tem bolsas (bursas) que evitam a fricção, contudo que, com o excedente de interesse repetitivo, conseguem sofrer um modo inflamatório: a bursite", explica Ricardo.


Pra impossibilitar o problema, recomenda-se fazer um enérgico aquecimento muscular na localidade antes do treino e um efetivo alongamento depois do teu fim. É imprescindível, bem como, que o volume e a intensidade das corridas sejam aumentados sempre gradativamente e respeitando o grau de condicionamento. Outra decorrência de a mulher ter um quadril maior são as transformações biomecânicas que isto causa nos joelhos — e que favorecem o aparecimento de lesões.


Esta é uma lesão muito comum e que atinge mais as atletas. Pra cada 5 mulheres com condropatia patelar, temos um homem", reconhece. A principal queixa das corredoras são as dores pela localidade anterior do joelho, seguidas de sinais clínicos de crepitação e instabilidade articular (estalos na articulação do joelho), hipotrofia do quadríceps (perda da massa muscular) e despeje vincular (edema). Apesar de existirem poucos estudos nacionais com atletas, estima-se que uma em cada três jovens esportistas podes exibir incontinência urinária (IU), principalmente aquelas que praticam atividades de alto encontro, como as corredoras.


Estima-se que 200 milhões de pessoas no universo apresentam um tipo de IU. Contudo, apenas a começar por 1998 esse problema deixou de ser avaliado só como um sintoma e passou a ser considerado uma doença de acordo com a Classificação Internacional de Doenças (CID). A perda involuntária de urina tem origem no acréscimo da pressão intra- abdominal e no enfraquecimento do assoalho pélvico, formado por músculos, ligamentos e fáscias e responsável, sobretudo, por aguentar a bexiga, o útero e o reto.


No decorrer da corrida, o embate na região é de 3 a quatro vezes o peso corporal. Outro fator relativo é a diminuição nos níveis de estrógeno, que resulta pela redução do tônus muscular. Uma busca praticada em Portugal com 233 atletas da Faculdade do Porto contou que 29 por cento delas apresentam incontinência urinária. O consequência foi similar a outro estudo desempenhado pela França, pelo Laboratory of Functional Exploration of the Nervous System, que demonstrou que entre as atletas colegiais, 28 por cento apresentavam algum grau de perda de urina.


Apesar de ser contínuo entre as esportistas, diversas não procuram socorro por vergonha ou por acreditarem que é normal perder urina no decorrer do exercício. Em tal grau a cautela quanto o tratamento — em casos ainda não avançados— são capazes de ser feitos pelo robustecimento da musculatura pélvica, a começar por exercícios acessível de contração e relaxamento dos músculos genitais. Em casos mais graves, pode ser necessária uma cirurgia − procedimento que, graças aos avanços tecnológicos, está cada vez menos invasivo.



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