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O Que Me Sugeriria?

"Paulo Davi Lucca" (2018-04-14)

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Oi, me interessei no tema, que tenho um terreno em declive e sempre descobri que aterrar é desperdício de espaço e dinheiro. Penso em fazer uma edícula com hipótese de expansão pra ser a moradia principal. É um terreno de 12X32m (384m²) com declive de um,70, onde quero fazer quartos em baixo e uma cozinha conjugada com área para churrasco acima deles. Uma incerteza é: Visite A Página impossibilidade de fazer banheiros abaixo do grau da rodovia não torna os quartos "antipráticos" principalmente à noite?


Outra ideia que tenho é a de fazer uma casa o mais próximo possível do ecologicamente correto, com cisternas que acumulem água das chuvas e utilizar tijolos de solocimento. O que me sugeriria? Oi Érico, sensacional que tenha se interessado, realmente é custoso fazer o convencimento do consumidor que adora aterrar terrenos em declive para ter uma moradia alta e imponente!


Menos difícil seria se comprasse logo um terreno em aclive! Excelente é um esbelto lote este seu, no entanto não entendi a impossibilidade de fazer banheiros abaixo da avenida? Teu esgoto e águas pluviais não descem para o lote de nanico em sistema de servidão? Quartos sem banheiros realemente NÃO dá! Olha como teu declive é nanico! Os casos que citei anteriormente são para terrenos com 3 m de declive ou mais. Construção ecológica se baseia em vários aspectos, você poderá ter partes ecológicas e novas não.


De nada adianta muito desenvolver em solo cimento se pra vir o instrumento até a obra, irão ser consumidos fretes e diesel pra ser transportados. O melhor equipamento é aquele que poderá ser feito no lugar, se a terra é boa podes ser feito em solo cimento, se tiver pedras, usar as pedras, e respectivamente com outros aparato nativos. E a respeito de armazenamento de água é uma excelente pedida, gera um investimento alto no início todavia costuma se pagar ao longo de cinco Visite A Página 10 anos. O solo-cimento é um material obtido a partir da mistura homogênea de solo, cimento e água, em proporções adequadas e que, após compactação e cura úmida, resulta num objeto com características de durabilidade e resistências mecânicas determinadas.


Esse utensílio de construção vem compor boa fração das necessidades de instalações econômicas na maioria das regiões rurais e suburbanas no Brasil. O uso do solo-cimento no Brasil vem, desde 1948, ajudando pela euforia de tais necessidades, encontrando-se hoje neste momento bastante difundido. A presente intercomunicação relata aspectos técnico-econômico-sociais de alguns anos de trabalho com esta modalidade de construção na CEPLAC/EMARC-UR.



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Nesses quase vinte e cinco anos de experiência pela localidade cacaueira, destacam-se obras no meio rural e urbano, em peculiar a construção de uma creche com 1.240 m2 em Juçari-Ba, sendo a segunda superior obra de solo-cimento no Brasil. A principal aplicação do solo-cimento em habitações conhecidos no meio urbano é a construção de paredes monolíticas. O solo-cimento poderá ainda ser empregado na construção de fundações, pisos, passeios, muros de contenções, barragens e blocos prensados. O solo-cimento vem se consagrando como tecnologia escolha por doar o principal componente da mistura - o solo - em abundância na natureza e geralmente acessível no lugar da obra ou próxima a ela.


O procedimento construtivo do solo-cimento é muito descomplicado, podendo ser muito rapidamente assimilado por mão-de-obra não qualificada. Fornece boas condições de conforto, comparáveis às construções de alvenarias de tijolos cerâmicos, não oferecendo condições pra instalações e proliferações de insetos danosos à saúde pública, atendendo às condições mínimas de habitabilidade. É um objeto de boa resistência e perfeita impermeabilidade, resistindo ao desgaste do tempo e à umidade, facilitando a tua conservação. Os solos adequados são os chamados solos arenosos, quer dizer, aqueles que apresentam uma quantidade de areia pela faixa de 60 por cento a oitenta por cento da massa total da demonstração considerada.


No momento em que este tipo de solo não for localizado, poderá-se fazer uma correção granulométrica no solo localizado (70% de areia e 30 por cento de silte e argila), misturando uniformemente e peneirados, obtendo-se o mesmo efeito. Para ler pouco mais nesse foco, você poderá acessar o blog melhor referenciado nesse assunto, nele tenho certeza que localizará novas fontes tão boas quanto essas, visualize no hiperlink deste website: Visite A Página. Nas misturas tradicionais, as quantidades variam pela faixa de doze a15 partes de cimento pra cem partes de solo seco, em massa, o que corresponde, em média, à proporção cimento:solo. Deste jeito, é com facilidade notada a importancia que a alternativa de um solo adequado representa pra produção de um solo-cimento com propriedade.


Pela obtenção do solo, para amplo volume de obras, a dosagem do cimento tem que ser instituída em laboratório, atendendo não só a qualidade encerramento, no entanto assim como à economia, que um risco exageradamente repleto de cimento poderia comprometer a construção. Escolhido o instrumento e determinada a dosagem (traço), o construtor prepara a mistura de forma aproximado a que se faz pra novas argamassas.


No momento em que o volume de obras é anão, existem testes pra avaliação das características granulométricas de um solo. Alguns deles são feitos, como o Teste da garrafa e o da Retração do solo. Precisará ser feito o peneiramento do solo numa malha ABNT de quatro,8mm. Esta operação tem por atividade promover a pulverização do utensílio, sendo o resíduo destorroado e, deste jeito, repeneirado. Deverão ser descartados só aqueles pedregulhos maiores que a abertura da malha.



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