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A "Estante Ideal Pra Quadrinhos"

"Daniel" (2018-04-22)

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estantesSe certifique que as revistas guardadas em estantes ou prateleiras não recebem luz do sol direta, que, a curto prazo, "queima" os pigmentos da impressão e as deixa pálidas. Deverá também ter cuidado de limpar pó das revistas com alguma regularidade e deixar algum espaço entre elas, para que não fiquem demasiado apertadas.

Se você ainda não está convencido, uma curiosidade: Os irmãos Cafaggi encontrar uma forma muito criativa de justificar fato de só Cebolinha usar sapatos. Mas não darei detalhes sobre enredo para não irritar quem odeia spoiler, mas adianto que você vai querer ler, reler e guardar na estante para carrinhos hot wheels com todo carinho. E finalmente, penso que é uma forma de ilustrar quanto as histórias em quadrinho são importantes como meio de comunicação e mostrar que HQ é sim, uma forma de literatura e até mesmo jornalismo.

Coleciono fora das embalagens (loose) pois gosto de tocar e ver de perto os detalhes (talvez minha profissão influencie nisso rsrs). Para manter a coleção organizada e protegida da ação do tempo e das mãos de crianças (tenho um filho de 6 anos e uma filha de 2 anos) e de curiosos eu optei por armazená-los em expositores de parede (de 50 a 120 nichos) tentando separar por temas. Meu filho João Pedro também já iniciou sua coleção, as miniaturas mais legais nós separa no expositor no quarto dele e outras viram brinquedos que logo ficam detonados, afinal ele é uma criança. Isabel tem sua Kombi rosa desde antes de nascer, porém a miniatura já está bem castigada por suas brincadeiras.

Todos os colecionadores tem uma grande estima por seus itens de coleção e especialmente aqueles raros e exclusivos. Porém, os gibis ou histórias em quadrinhos sofreram grandes alterações na forma como a história é contada. Técnicas narrativas diversas, temas que já não se adaptam para uma audiência infantil e histórias cada vez mais complexas. Tudo isso fez com que os gibis do século XX se tornassem coisa de gente grande também. E, além disso, os gibis são objetos clássicos de coleção.

Assim como em outros países, no Irã diversos grupos com correntes teóricas políticas também diversas disputam governo. A complexidade da realidade no Oriente está na existência de outras forças externas e militares que dificultam um processo de pacificação da vida. A família de Marjane Satrapi, por exemplo, lutava por um regime comunista e sua história foi desenhada nos quadrinhos em formato de autobiografia feito em 2001 e lançado em animação seis anos depois.

Só que aquele cara na banca falou que não ia ler boa parte do que comprou. A função da maioria daquelas capas duras ia ser, imagino, decorar a estante. Ou completar numeração de uma série, só pela necessidade de completar a numeração. Não era uma pilha para ler depois. Era uma pilha para atender a algum desejo particular, que não de ler.

estante para carrinhosUns dias depois, comentaram que as editoras dessas capas duras de super-herói foram das poucas do mercado livreiro que conseguiram ficar no azul no pior da krize no ano passado. Tem bastante editor querendo entender e copiar fenômeno. Imaginei centenas de cenas iguais à da banca se repetindo por aí - provavelmente mais em versão virtual, no carrinho de compras da Amazon. É algo recente no Brasil. Entre várias coisas curiosas do fenômeno está essa predileção pelas capas duras, que rende umas analogias entre quem liga colecionismo a buscar solidez no mundo. Pode ser também que as capas duras formam blocos TOC-friendly na estante. Vai saber transtorno obsessivo de cada um.

Você pode ser um fã de quadrinhos há anos ou estar começando agora. Em ambos os casos você pode achar que ler em formatos digitais é uma experiência mais bacana do que no papel. Por isso, fizemos este guia para quem está querendo entrar no mundo dos quadrinhos digitais.

Volto a este blog motivado pela última matéria sobre as lombadas de coleções ao redor do mundo, especificamente pela foto da estante do SEMI. Gostaria de inicialmente agradecer ao Leo por novamente ter me dado (epa!!!) a abertura (opa!!!) para eu escrever neste blog que muito tem me ajudado em minha coleção de quadrinhos.

Houve tempos onde coleção era coisa dos extremos da vida: ou matéria de crianças com seus bonés, álbuns de figurinhas e bolinhas de gude; ou distração de aposentados atrás de relíquias como moedas antigas e, ápice dos ápices, selos, muitos selos. Desde há muito tempo eu tinha desejo de comprar uma cristaleira. Ao pesar as questões levantadas acima sobre segurança, proteção e extensão das coleções eu logo decidi por essa opção. Eu vinha expondo as peças em uma estante aberta que logo se mostrou inadequada devido ao grande acúmulo de poeira sobre as figuras. Isso fez com que eu as guardasse e partisse à procura de uma cristaleira. Após rodar várias lojas em São Paulo (capital) pude perceber que os preços variavam grandemente e não eram tão atrativos. Depois de muito procurar decidi por um modelo que agregasse preço, estilo e proteção. Alguns critérios eram imprescindíveis para mim, dentre eles a possibilidade de se enxergar as peças de vários ângulos, ou seja, seria necessário a presença de vidros anteriores, laterais e se possível posteriores. Percebi, no entanto que a presença de "vidro" encarecia grandemente a cristaleira. Sendo assim tive que ajustar esse meu desejo ao preço.

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