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Estante HQ

"Pedro João Lucas" (2018-03-20)

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OPINIÃO: Leiturinha afirma que trabalha com quase todas as editoras do Brasil, com destaque para Ciranda Cultural e Girassol, conhecidas por comercializar livros baratos e, por isso, tem melhor preço. Não detalha quem são os profissionais que fazem a curadoria.

Só para deixar bem claro: eu não quero dizer com nada disso que você não deveria nunca mais comprar uma revista em quadrinhos analógica. Eu sei que para muitos fãs nada vai superar a sensação do papel nas mãos, e orgulho de ter comprado uma edição lá na época em que ela saiu pela primeira vez". Eu acho que as duas formas são legais, e apesar de hoje em dia ler praticamente só na tela, não acho que qualquer um deva" fazer mesmo. que eu acho é que não se deve dispensar essa nova possibilidade apenas pelo orgulho velha guarda. Há espaço para as duas formas.

Sabe aquele livro de histórias infantis que você não abre há muito tempo? E aquele gibi já lido tantas vezes que repousa na estante para discos de vinil (www.burohaus.Com.br)? Para que crianças de quatro escolas rurais de Curaçá-BA tenham a oportunidade de lê-los projeto Leitura e contação de histórias, coordenado pela professora Patrícia Alves e a estudante Aline Miranda, do campus Petrolina Zona Rural do IF Sertão-PE, está promovendo uma campanha de doação de livros infantis e gibis. Eles podem ser entregues na Pró-reitoria de Extensão do IF Sertão-PE ou na coordenação do Campus Zona Rural até dia 31 de dezembro.

Para entrar no mundo digital dos quadrinhos, você vai precisar de três coisas: uma fonte de quadrinhos, um bom método de organização e algo onde ler as suas edições. A seguir, vou detalhar as melhores soluções que eu encontrei para estas três questões.

Ideia, roteiro, rascunho, desenho, arte final, letramento, paginação, impressão, montagem e distribuição: as fases de produção de uma história em quadrinhos são várias e muito trabalhosas. Na Sessão Geleia HQ, desafio era cumprir todas essas etapas em grupo - e em apenas 24 horas. Em uma mesma sala, a criatividade de 12 desenhistas cresceu até quase não caber mais. Gabriel Góes, João Lin, Luciano Salles, Magenta King, Pedro Cobiaco, Tiago Lacerda (Elcerdo), João Carlos Vieira (João Azeitona), Dalton Tadeus Soares Cara (Dalts), Mateus Santolouco, Felipe Nunes, Marcelo Costa e Magno Costa uniram esforços para produzir "Rô", a história de um personagem sem gênero definido, contada em terceira pessoa e por vários pontos de vista. "A ideia era achar um tema com algum elemento em comum que ligassem as histórias. Este elemento iria ser plano principal para cada artista criar. E foi definido que seria um personagem esse elo", explica Tiago Lacerda.

diário de Anne Frank foi publicado pela primeira vez em 1947 e faz parte do cânone literário do Holocausto. E agora, pela primeira vez, vem à luz esta edição em quadrinhos. roteirista e diretor cinematográfico Ari Folman e ilustrador David Polonsky demonstram com essa adaptação a dimensão e a genialidade literárias da jovem autora. Eles tornam visual, contemporâneo documento histórico de Anne Frank e traduzem contexto da época no qual foi escrito. Baseada na edição definitiva do diário, autorizada por Otto Frank, pai de Anne, esta versão em quadrinhos torna tangível destino dos oito habitantes do Anexo durante seus dias no esconderijo.

Ok, ok, acho que até esse ponto você pode ter se convencido que livros funcionam como meio de comunicação. (Se ainda não estiver, mais um exemplo que mostra a proximidade da literatura com jornalismo e como ambos servem como canal de comunicação: Você sabia que alguns dos grandes clássicos da literatura brasileira foram publicados primeiramente em jornais? A Moreninha de Joaquim Manuel de Macedo é um exemplo. Publicado primeiramente como folhetim - praticamente um ancestral na nossa telenovela - esses livros alimentavam a curiosidade do público e só depois de muito tempo começaram a ser editados e publicados de forma integral, como conhecemos hoje). Agora me diz: Por que HQ não pode cumprir esse papel? Se que conta é estar no produto" jornal, podemos listar centenas de cartunistas que publicam em periódicos.

Os gibis foram têm seu nome proveniente de uma gíria do Sul do Brasil. Como comecei a comprar mais hqs agora, antes eu só comprava encadernados de história fechada, tenho opção de decidir melhor que comprar já que não estou apegado a nenhuma editora ou personagem, mas pior é ter a sensação de estar deixando alguma hq que possa ser interessante depois para mim, ano passado dropei cavaleiro da lua da nova marvel, mas agora comprei volume 3 avulso, acabei gostando e ao procurar 1 vi que já não tem mais nenhum a venda.

- Estantes: móveis são caros e estes especializados para coleções, que exigem um projeto especifico e até uma mão de obra especializada, pode ser ainda mais caro. Porém, sem dúvida, ter estantes fechadas com vidro ou acrílico, costumizadas para seu espaço e para acomodar sua coleção, é normalmente a melhor opção em termos de beleza, praticidade e proteção. Se você tem dons para criar e executar projetos do tipo faça voce mesmo", os custos serão bem reduzidos, mas de qualquer maneira, minha sugestão é que procure sempre profissionais especializados e que estarão dispostos a fazer um móvel exatamente como você deseja, e deixá-lo saber que voce pode pedir ajustes e alterações após término é uma prática boa e necessária para que ao final você esteja 100% satisfeito com resultado e sua coleção estará linda e bem protegida.

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