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Quatro Dicas Sérias Para Não Sair Da Dieta

"Maria Heloisa" (2018-04-29)

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Muita gente traçou como meta de ano novo perder calorias, mas será que a tecnologia pode acudir a cumpri-la? O mês de janeiro é uma das épocas do ano em que as pessoas mais baixam aplicativos fitness, com dicas de que forma transportar uma vida mais saudável, fazer exercícios físicos e perder calorias. Contudo sempre bate a indecisão: será mesmo que este tipo de tecnologia é qualificado de nos preservar motivados o suficiente pra não abandonarmos a dieta ou a ginástica?leia aqui Pesquisa feita na empresa de consultoria ComRes no Reino Unido indicou que 65% das pessoas exercem resoluções, mas apenas 12% são capazes de executá-las com sucesso. As experctativas mais argumentadas pelos mais de 2 1 mil entrevistados nesta pesquisa de 2015 foram: fazer mais atividades físicas, perder gordura e possuir uma alimentação mais saudável. Essas, entretanto, parecem ser resoluções de muita gente não apenas no Reino Unido, em especial após possíveis excessos etílicos e gastronômicos nas comemorações natalinas. Entretanto há quem conseguiu cumpri-las com auxílio de tipos diferentes de aplicativos.


A australiana Sarah, de trinta e quatro anos, queria perder gordura e, no ano anterior, adotou uma rotina de exercícios com a auxílio de um aplicativo insuficiente convencional, que lhe fazia obter ou perder dinheiro a depender de quanto emagrecia. Ela engordou depois de encontrar um câncer de mama e de encarar 3 cirurgias, que a forçaram abandonar por um tempo as atividades físicas. Sarah a princípio programou oito semanas de atividades e passou a revelar cada passo que dava com um pedômetro e a monitorar as calorias que ingeria todos os dias.


Ela usava o aplicativo bem como pra tentar preservar a motivação. Escolheu um que a permitia apostar se alcançaria as próprias metas. Se conseguisse, ganhava em dinheiro o valor que apostou. Como cumpriu as metas, ela acabou fazendo dinheiro também. Especialistas dizem que supervisionar o progresso utilizando diferentes ferramentas ajuda a conservar o ânimo. Arshia Gratiot, de quarenta anos, usa, há um ano, um rastreador que a permite "verificar batimentos cardíacos associados com o nível das atividades físicas" que pratica.


Em 2016, ela desenvolveu uma start-up com escritórios pela Finlândia, Índia e Inglaterra, o que a transformou em uma viajante contínuo. Ela decidiu encarar diferentes fusos horários correndo toda noite, às vezes de madrugada, ouvindo podcasts. Vigiar batimentos e taxas de metabolismo lhe permitiu mensurar a expansão ao longo do tempo e isso a encorajou a prosseguir correndo. Porém não basta utilizar este tipo de tecnologia. Eu quase neste instante havia me esquecido, pra criar este artigo este postagem contigo eu me inspirei por este site web site web, por lá você poderá encontrar mais informações valiosas a esse artigo. A forma como analisamos os detalhes faz toda a diferença, segundo o professor Anil Aswani, da Instituição da Califórnia.


Os melhores aplicativos de atividades físicas aprendem com o que você já fez no passado pra ajustar as metas, diz o professor. E, ao fazer isto, este tipo de tecnologia dá um sentimento de conquista que psicólogos dizem ser respeitável quando se muda certos hábitos. Aswani pesquisa motivação e metas. Num dos experimentos, ele dá a dois grupos metas diferentes: um tem que conceder diferentes números de passos por dia, que mudam com apoio no progresso anterior, e o outro tem como meta um número fixo de passadas diárias. O grupo com metas flexíveis, em média, progride 1 mil metros todo dia.


O norte-americano Joseph Laws, militar da reserva que serviu no Afeganistão e depois trabalhou como engenheiro de softwares no Google, criou um jeito respectivo de traçar metas flexíveis, com apoio em teu respectivo progresso. A experiência do Exército acabou fazendo com que ele montasse treinos físicos pra amigos e parentes. Depois, ele criou um algoritmo fundado em machine learning - método de análise de fatos que automatiza a identificação de padrões - para localizar os melhores exercícios com base pela idade, peso, altura e gênero das pessoas. Laws lançou a versão oficial de seu aplicativo seis meis atrás. O desafio, segundo ele, foi montar um paradigma de atividade e mapear equações que se aplicassem em exercícios reais. O padrão produzido por Laws permite que os algoritmos aprendam e melhorem as séries de exercícios quando uma pessoa se exercita.


  • Chupar gelo
  • Vitamina B6: 0,021 mg
  • 1 cebola média picada
  • Palmirinha: "A culinária veio parar em minha vida em um estágio muito aborrecido"
  • Troque a maionese pela mostarda ou hommus
  • sessenta e três- Transtornos alimentares

As atividades são acordadas com apoio na última performance individual. Por volta de 90 por cento dos usuários desse aplicativo que chegam até o quarto dia continuam a usá-lo por 2 meses inteiros, diz Laws. A maioria deles tem entre vinte e 50 anos de idade. O próximo passo, diz o criador do aplicativo, será adquirir fatos de pessoas mais velhas ou de pessoas com contusões pra tentar montar atividades específicas para esses grupos. Novas start-ups que atuam pela área fitness também estão aplicando técnicas de machine learning.


Uma delas usa a tecnologia para contabilizar calorias. Charles Teagues é dono do aplicativo que passou a solicitar aos usuários para comunicar o que comiam, auxiliando em vista disso a vigiar as calorias e os nutrientes consumidos. Há um ano, ele criou um equipamento chamado Snap It que está aprendendo a distinguir comidas fotografadas num prato. Teague, emendando que tem de mais detalhes para o aplicativo diferençar um espaguete a bolonhesa de um fettuccine Alfredo, tais como.


No instante, usuários ajudam a treinar o algoritmo à medida em que eles fazem uso o aplicativo selecionando o tipo de comida a começar por opções pré-identificadas. Charles Teagues acredita que ainda vai transportar um tempo até o aplicativo permanecer inteligente o bastante para identificar tipos diversos de alimentos.links De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a obesidade é mais comum que a subnutrição. Dessa maneira, pesquisadores acreditam que aplicativos relacionados à saúde e à psicologia potencialmente são capazes de transformar a maneira como comemos e nos exercitamos. Um estudo da Instituição Católica de Louvain, na Bélgica, identificou em 2016 cerca de 29 1 mil aplicativos relacionados à perda de peso e a exercícios físicos, contudo só 17 deles foram fabricados usando pesquisas científicas como base.



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