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Guia: Como Escolher O Teu Próximo Notebook?

"Maria Laura" (2018-04-14)

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Guia: como escolher o teu próximo notebook? Um laptop deve corresponder às demandas específicas de cada tipo de usuário. Nuvem ou HD externo: qual o melhor tipo de backup? Escolher um notebook novo não é uma tarefa descomplicado. Há diversas marcas e modelos no mercado, o que dificulta o recurso de compra para pessoas menos familiarizadas com as especificações técnicas.


Pra não investir muito em um item que não vai responder bem às suas necessidades, é preciso buscar a toda a hora pelo melhor gasto-benefício. Eu preciso mesmo de um laptop novo? O primeiro passo é se perguntar se é de fato imprescindível trocar o seu micro computador ou se é possível fazer alguma melhoria. Algumas vezes, os notebooks têm um ótimo processador, entretanto só precisam de pequenos ajustes na capacidade de memória RAM e no disco rigoroso pra atingir um alto desempenho.


Para esta finalidade, verifique primeiro qual é o processador usado no seu pc. Em pcs com sistema operacional Windows, basta clicar com o botão justo em "Meu computador" e depois em "Propriedades". A janela exibirá as informações sobre a sua máquina. Depois, visualize o web site da fabricante de processadores pra comparar as descrições do seu chip com as gerações mais recentes.


Ele é recente, foi lançado em agosto de 2014 e promete maior firmeza e um ganho tímido em velocidade. Nada muito reconhecível, entretanto pela web moderna qualquer milissegundo vale o interesse. Esc) e, com o Chrome aberto, veja se pela aba Processos ele aparece com um "(trinta e dois bits)" na frente do nome. Não entendo muito o frenesi em volta das extensões. Se quiser saber mais infos a respeito de deste foco, recomendo a leitura em outro incrível web site navegando pelo hiperlink a a frente: memoria ram ecc 16gb. Elas agora foram muito úteis, uns dez anos atrás, mas boa quota das lacunas que as mais famosos preenchiam hoje são nativas nos navegadores modernos — inclusive no Chrome. Existem infinitos perfis de usuários, entretanto o regulamento vale para quase todos: se você tem mais do que três extensões instaladas, podes apostar que a maioria é desnecessário.


Eu, tais como, utilizo apenas uma (desnecessário), a Kill News Feed (além das "obrigatórias" Bookmarks e Google Now). Mantenho muitas outras instaladas, entretanto desativadas. Essa é, aliás, uma boa dica, em razão de elas permanecem à mão no momento em que obrigatório, porém ficam fora do caminho, e sem desperdiçar recursos, no restante do tempo. Para acompanhar todas as extensões instaladas, e desinstalar e desativar as que estão aí, abra uma aba, digite about:extensions e dê Enter. Não tenha dó, experimente viver sem extensões. Se estiver em indecisão, somente desative desmarcando a caixa "Ativada". O que diversos chamam de "necessidade" e classificam como "imprescindíveis" é, quase sempre, apenas potência do hábito.


Uma bacana possibilidade pra extensões são os bookmarklets. Citando de uma forma bem descomplicado, são pequenos códigos em JavaScripts que podem ser salvos na barra de favoritos do navegador. Com um clique, eles fazem alguma ação pela página que estiver sendo exibida. Não pesam e, nos casos das mídias sociais, exercem quase o mesmo que as extensões oficiais. Geralmente os próprios blogs oficiais oferecem, escondidos nas páginas das tuas respectivas extensões. Necessita ceder uma procurada. Para coisas mais elaboradas e/ou não atreladas a este ou aquele blog, o buscador Marklets é uma sensacional saída. E os plugins… Cada vez menos sérias, contudo alguns ainda são capazes de um recinto nos nossos computadores por uma maldita aplicação que possa ser.


O Java, por exemplo, só continua instalado nesse lugar pra eu assinar notas eletrônicas. É algo que faço esporadicamente, desse jeito não tem fundamento para deixá-lo ligeiro, incomodando. Se você estiver em uma situação igual à minha, entre em about:plugins e desative os plugins que você julgar desnecessários pela maior parte do tempo. No momento em que ser obrigado a de qualquer, reative-o temporariamente seguindo o mesmo caminho.


O Flash, outro plugin, é um caso à quota por causa de está embutido no Chrome e, apesar de estar caminhando sentido à obsolescência, ele ainda é visto com alguma periodicidade pela internet. Pra esse caso eu prefiro usar uma configuração do respectivo navegador que só ativa plugins, Flash incluso, com um clique meu. Ela está nas configurações (about:settings), em Privacidade, Configurações de conteúdo… (botão), no campo Plug-ins.



  1. Bloody Mouse Gaming V7MA USB 3200dpi 8 Botões

  2. Possibilidade x realidade: brasileiro quer app de pornografia, contudo localiza vírus

  3. "Outlast dois"

  4. Processador: Intel Core I5 450

  5. Estou chegando imediatamente

  6. Clique no ícone do AirPort no canto certo superior

  7. Extras: USB Tipo-C, Dual-SIM (nano), carregamento veloz (Quick Charger três.0)



memoria servidor

Marque a opção "Clicar pra reproduzir" e depois clique no botão Concluído. Antes da dica, cabe um (enorme) parêntese. Há tempos o navegador deixou de ser uma janela para a exibição de tema estático publicado na internet. Ele é bem mais que isto, é uma plataforma. Tudo o que antes você fazia só com aplicativos, hoje está ao alcance de uma URL. A fim de viabilizar tudo isto, os navegadores precisaram adicionar outras tecnologias e conciliar essa expansão com firmeza e leveza. Não só parece, é uma equação complicada de se resolver. Boa parte desse processamento ocorre no lado memoria servidor ddr3, mas no freguês (ou seja, no teu navegador) rola muita ação assim como.


Foi-se o tempo em que o JavaScript só servia pra fazer texto piscar pela página. Hoje, combinado com requisições XMLHttpRequest, websites dinâmicos que conseguem carregar blocos independentes sem recarregar toda a página são possíveis. O HTML5 trouxe armazenamento local e algumas tecnologias que ajudaram a nos livrarmos da dependência de plugins e soluções proprietárias. Tecnologias como o WebRTC permitem video chamadas e comunicação peer-to-peer em navegadores — e utilizando somente eles.


O Hello, da Mozilla e Telefônica, é um dos primeiros serviços comerciais a usufruir este formato aberto. Reclamar do "peso" dos navegadores modernos sem considerar esse assunto é deixar metade da história de fora. O navegador cresceu em tão alto grau em funcionalidades e robustez que é, ele só, quase um sistema simbionte no Windows e no Mac. E, não à toa, é devido a todo este avanço que existe o Chrome OS, um sistema que começa e termina em um navegador. Ok, um sistema dentro do outro, e um muito poderoso, no entanto ele continua deixando meu micro computador lento." íntegro.


Faço-lhe, por isso, a seguinte pergunta-Inception: você já ponderou que, talvez, seja você quem esteja deixando o navegador lento e este, por sua vez, deixando o Windows lerdo? Cada aba do Chrome é vista pelo Windows como um método independente. Somadas, diversas delas certamente gastam muita memória ram servidor hpe. O Chrome pra desktops é desigual do móvel, onde ele "mata" abas pela capacidade em que a memória é requisitada por outros apps. No Windows, OS X e Linux, o navegador vai acumulando memória enquanto essa estiver disponível. Não é que o gasto em si da memória seja desagradável, como expliquei lá em cima; é que a quantidade é limitada e o sistema e além da conta aplicativos também necessitam de um tanto dela pra trabalharem.


Então, a recomendação é ceder uma aliviada, ser mais gentil com o navegador. Em termos práticos, trabalhar com menos abas abertas. Que tal 5 no máximo, dez estourando? Evite deixar abas abertas "para ver depois". Pegue emprestada uma parcela da filosofia GTD e processe as abas tão logo elas apareçam. É uma coisa que quer ler depois? Salve no Pocket. Uma informação para consulta posterior? Coloque o endereço próximo às demais em um app de notas como o Notation.



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