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Como Usar A Net Para Viajar

"Maria Clara" (2018-04-08)

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Neutralidade de rede soa encantador, não? Afinal, quem seria contra poder utilizar a web como preferir, sem se preocupar em quanta banda está utilizando, não é mesmo? Regulamentações são importantes, prometendo sempre um mundo melhor para o consumidor. Basta digitar uma especificação em um papel e aguardar as coisas melhorarem. Todos seguirão essa norma e nada de péssimo acontecerá, exatamente como calculado sem nenhuma decorrência inesperada.


Temos uma quantidade gigantesca de regras para proporcionar que a web funcione bem (assim como diversas novas coisas). Diversos acreditam que quanto mais regras, melhor o serviço ficará. Ao menos essa é a ideia vendida, e diversos a defendem com unhas e dentes. Porém, se eu fosse o dono de uma organização determinada com poucos concorrentes, adoraria ter regras que dificultem a entrada de novos concorrentes.


Sem concorrentes, por que tentar ser mais competitivo? Desejo mesmo é que existam regras e mais regras. Esse post podes parecer excessivamente liberal, até mesmo libertário em certos aspectos, contudo aborda uma das possíveis consequências do fim da neutralidade de rede, em especial no Brasil. Defende-se a tua vivência mesmo sem perceber que quem paga o ônus é o freguês, e quem se beneficia são as corporações já instituídas e as agências que criam e implementam essas regulações.


No Brasil a coisa é ainda pior, por causa de o Marco Civil é só divisão da dificuldade. No entanto estamos nos adiantando. O que é neutralidade de rede? Neutralidade de rede significa que operadoras necessitam tratar cada tipo de dado de modo isonômica, embora a tua implementação varie de país pra estado.


Ou melhor: nada de filtrar pacotes, seja um arquivo de texto, seja um streaming de filme 4K. Uma espécie de "democratização de dados", que garantiria que cada comprador não fique à mercê de possíveis throttling ao navegar na internet. Esta neutralidade de rede foi implementada nos Estados unidos em fevereiro de 2015, e derrubada em quatrorze de dezembro de 2017. Essencialmente é isto. Neste instante os provedores americanos podem "discriminar" dados, desenvolver planos fechados, bloquear serviços e fazer qualquer coisa que prejudique o cliente e aumente seus lucros. Se você gostou desse post e adoraria ganhar maiores informações sobre o assunto relacionado, acesse nesse link clique em página seguinte mais detalhes, é uma página de onde inspirei boa parte dessas dicas. Em última observação, estamos lidando com uma charada mais política e econômica do que pontualmente tecnológica.


Poucos exploram as consequências práticas de uma regulamentação como essa, que pode transportar mais estragos do que proveitos. Em primeiro recinto, estamos tratando de alguma coisa mais crítico do que parece à primeira visão: o Estado falando como uma determinada empresa precisa dar seus serviços. Em teoria, isso necessita decorrer para beneficiar o cliente contra possíveis abusos dos provedores (algo que exploraremos bastante por aqui). Qual é o consequência esperado?



  • Expô-lo a condições adversas

  • Não divulgue informações pessoais

  • Marque as caixas de seleção dos locais onde deseja que o(s) atalho(s) seja(m) criado(s)

  • 8 - Não adicione qualquer um

  • Geladeira que manda fotos do seu interior prova que a Web das Coisas chegou

  • Tome cuidado com os downloads e tenha certeza de que o web site é seguro



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Mais propriedade pro comprador. Todavia o que aconteceu pela prática? A primeira queda de investimentos em banda larga pela primeira vez nos Estados unidos, no ano seguinte a aprovação da neutralidade de rede pelo FCC (Federal Communications Commission, uma espécie de "Anatel americana"). No caso, um investimento seis por cento pequeno em conexão ao ano anterior. Os investimentos aumentavam ano a ano, caindo pontualmente no momento em que a neutralidade de rede foi aprovada.


Quem comemorou a decisão em 2015? O popular FANG (Facebook, Amazon, Netflix e Google), entre novas organizações. Cisco e alguns institutos pró-mercado. O primeiro grupo trabalha com serviços que geram tráfegos altíssimos. Empresas como a Cisco vendem equipamentos de infraestrutura. Em vista disso temos certos interesses envolvidos neste local que neste instante começam a traçar qual é a dificuldade.


Pense que você seja o dono de um extenso provedor com alguns poucos concorrentes de porte aproximado. Qual seria o teu interesse em ser agradeço a fornecer planos com neutralidade de rede? Seus custos aumentariam, correto? Sim, e não só por ti, no entanto também pros concorrentes agora existentes. De novo sim, entretanto ainda pior pra concorrentes que ainda não entraram no mercado.



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