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Alimentação Pra Artrite E Artrose

"Gabriela" (2018-04-12)

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Que tal um pirulito para adoçar sua dieta? Parece até brincadeira pra sabotar a perda de peso, entretanto acredite, estamos compartilhando sério. Um outro ambiente envolvente que eu adoro e cita-se a respeito do mesmo assunto por este website é o blog Esta página da Web. Talvez você goste de ler mais sobre nele. A dieta do pirulito está fazendo a cabeça - e o paladar - de famosas como Britney Spears, Madonna e Paris Hilton. A novidade chamada de Poowers Pops, foi popularizada através da organização canadense Essanté Worldwide. A proposta é simples: você chupa um ou mais pirulitos antes das principais refeições, toma um copo de água e emagrece!


O pirulito é montado com substâncias naturais que dão saciedade, como a hoodia gordonii (proíbido no Brasil), citramax e o ótimo e velho guaraná. A primeira delas (hoodia gordonii), é extraída de uma planta da África do Sul. Ela era usada pelos índios do deserto Kalahari ao longo dos dias de caça, onde eles mastigavam a folha e ficavam dois dias sem comer. A plantinha 'milagrosa' tirava a fome e a sede, deixando os caçadores a toda a hora alerta. Os outros ingredientes bem como têm eficácia comprovada.



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O citrimax, como por exemplo, vem de uma planta, a garcinia camboja. Ele coopera no tratamento do sobrepeso e socorro a reduzir a gordura abdominal. Já o guaraná bem como ajuda pela perda de peso. Os Poowers Pops existem nos sabores de pina colada, cereja, maçã verde, canela, mountain berry, limonada e manteiga de amendoim. Cada um contém somente vinte e oito calorias e custam cerca de 29 a noventa e cinco dólares. Embor o docinho pareça milagroso, há um bom pretexto por tráz da restrição de alguns dos seus componentes no Nação. De acordo com o jornal The Telegraph, pesquisas de imediato apontaram que a hoodia gordonii age de uma forma nociva ao fígado. Os efeitos do pirulito até podem ser rápidos, todavia não sçao a forma mais saudável de atingir o peso correto. Não vale a pena sacrificar a saúde por alguns quilinhos a menos não é?


O animal se recusou, porém, a entrar em um curral de madeira pra ser levado para o navio, fragmentando muitas vezes as correntes que tentavam contê-lo. E só "concordou" em embarcar no momento em que os donos do circo aceitaram que Scott viajasse com ele --o cuidador conseguiu acalmá-lo. Centenas de pessoas foram até o porto se despedir de Jumbo, que duas semanas depois desembarcaria pela costa leste dos Estados unidos. Em terras norte-americanas, o elefante continuou super popular --percorreu todo a nação com o circo, chegando até o Canadá. Contudo morreu ainda jovem, com somente vinte e quatro anos, quando foi atropelado por um trem, em um imprevisto rodeado de mistério.


Attenborough e um grupo de cientistas começaram desta maneira a examinar o esqueleto de Jumbo. Richard Thomas, arqueólogo da Escola de Leicester, no Reino Unido, observou que Jumbo tinha uma sobreposição incomum de camadas de ossos novos e velhos nos quadris. Thomas no documentário Esta página da Web BBC. De acordo com Thomas, o excesso de peso bem como causou lesões no joelho do animal. Os ataques da fúria noturnos eram tão violentos que o animal desesperado chegou a quebrar, em várias ocasiões, suas presas.


E quando a presas começavam a desenvolver-se, o elefante as desgastava, esfregando-as contra as cercas. Uma das autoridades do zoológico, Abraham Bartlett, atribui o posicionamento noturno de Jumbo a um fenômeno chamado de must --período em que elefantes do sexo masculino apresentam jeito violento, acompanhado de um robusto aumento nos níveis hormonais. No entanto Vicki Fishlock, pesquisadora de elefantes baseada no Quênia, discorda. Segundo ela, se os hormônios tivessem sido a circunstância da ira de Jumbo, o elefante teria sido violento até já com seus cuidadores, o que não aconteceu. Os cientistas encontraram no crânio do animal uma pista que assim como poderá esclarecer o jeito violento --malformações muito pronunciadas nos dentes. A dieta de Jumbo no zoológico e no circo era bem desigual da de um elefante em teu habitat natural, onde os animais comem uma multiplicidade de vegetação que permite a eles desgastar os dentes.


A conclusão de Thomas é que Jumbo "sofria com uma agonia de dente terrível", que ficava mais latente ao longo da noite, no momento em que não havia distrações. E irritava os ataques. Entretanto Jumbo era de fato o superior elefante do mundo? Talvez sim, dizem os pesquisadores do documentário da BBC. Uma fenda pela cabeça do fêmur de Jumbo sinaliza que o elefante ainda estava crescendo no momento em que morreu. Ao checar os ossos, os cientistas determinaram que ele tinha uma altura de 3,45 metros --do ombro até o chão. Um elefante africano selvagem da mesma idade tem, em média, 2,oitenta e quatro metros. E Jumbo ainda estava em fase de progresso, assim poderia ter se tornado o superior elefante africano do mundo, de acordo com Thomas.


Depois da morte, o corpo de Jumbo foi embalsamado e preservado pela Universidade Tufts, em Massachusetts, nos Estados unidos. Um incêndio destruiu os restos mortais do animal, com exceção do rabo, que a pesquisadora Holly Miller, da Universidade de Nottingham, na Inglaterra, analisou pra descobrir tua dieta. Miller encontrou grandes níveis de nitrogênio nos pelos da cauda de Jumbo, o que aponta que ele não era saudável. Segundo ela, o organismo do animal não recebia os nutrientes necessários - e teu corpo extraía níveis anormais de nitrogênio dos alimentos pela tentativa de cicatrizar as frequentes lesões. A existência de Jumbo chegou ao final quando ele e outro elefante pequeno embarcaram em um trem pela cidade de St. Thomas, em Ontário, no Canadá. Jumbo ganhou uma estátua na cidade --e o museu lugar é quase um memorial do elefante. Entre as algumas fotografias e gravuras do acervo, uma chamou a atenção de Attenborough.


A imagem mostra Jumbo morto depois da colisão com o trem --e é possível perceber marcas profundas em seu quadril. O dono do circo citou inicialmente que ele teria se jogado pela frente do trem pra defender heroicamente o elefante pequeno. Entretanto as marcas indicam que, na realidade, o trem atropelou Jumbo por trás, quando o elefante estava sendo embarcado em um vagão. O esqueleto que está no Museu de História Natural de Nova York não retrata fraturas, o que fez os cientistas concluírem que Jumbo morreu de hemorragia interna. A história de Jumbo tem contornos muito atuais.


Attenborough visitou um santuário no Tennessee, nos Estados unidos, para elefantes de circo "aposentados" --e muitos animais que estão ali apresentam sintomas parelhos aos de Jumbo. Os elefantes do santuário têm as presas desgastadas, esfregando-as constantemente em sinal de agitação e estresse. Segundo Vicki Fishlock, zoológicos e circos não conseguem ser o lar de elefantes como Jumbo. Eles devem viver em seu habitat natural --são animais sociais, que necessitam de contato com seus pares, segundo a pesquisadora. Na foto tirada após a morte de Jumbo, Matthew Scott, seu fiel cuidador, aparece ao lado do corpo. Segundo contam, ele chorou inconsolavelmente diante da partida do conhecido inseparável.



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