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Embrapa Em Alerta!

"Mariene" (2018-04-14)

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Aquecimento global é um dos temas que mais tem dominado a atenção dos principais cientistas e líderes mundiais. O desafio é grande: convencer tantos países a incorrer em custos privados - reduzindo a emissão de gases que vêm aumentando a temperatura global e ameaçando o futuro da humanidade - em benefício do privilégio comum. No entanto e se eu dissesse que nossos cientistas e líderes talvez estejam canalizando esforços pra solucionar a dificuldade incorreto?


Você agora ouviu conversar em geo-engenharia solar? É a ideia de que poderíamos apequenar a temperatura da terra lançando deliberadamente alguns tipos de partículas pela estratosfera, de forma a ampliar a refletividade da Terra. As pesquisas sobre isto essa alternativa ainda estão em fases iniciais. Contudo prontamente pensou se nossos cientistas e líderes se concentrassem no dificuldade de qual a maneira mais rápida, produtivo e segura de acrescentar a refletividade do planeta?


Esse defeito é tecnologicamente muito mais complexo, todavia politicamente bem mais fácil do que orquestrar a desaceleração do progresso econômico das maiores potências do universo. Essa transformação de assunto seria um salto semântico no debate sobre o assunto as políticas necessárias pra mitigar o aquecimento global. Como tornar menos desiguais as oportunidades educacionais de particularidade também é um desses temas que captura a atenção e o imaginário coletivo.


No Brasil, a conversa a respeito de como a tecnologia pode socorrer por esse caminho talvez necessite de um salto semântico parelho. Em postagem recente, Denis Mizne (Diretor Executivo da Fundação Lemann) e Ronaldo Lemos (Co-fundador e Diretor do ITS) discutem as razões pelas quais a internet não é utilizada em todo o teu potencial pedagógico no Brasil.


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A solução proposta pelos autores é econômica e politicamente bastante complexa. Estimamos que, nos dias de hoje, ao menos um terço dos alunos de 6º e 7º anos do Ensino Fundamental e pelo menos metade daqueles de 9º ano tenham telefone smartphone, numa rede pública como a do Estado de São Paulo.


Ainda mais, estes smartphones imediatamente são smartphone - Androids de preço reduzido -, o que gera uma enorme chance pra acessar soluções educacionais online. O estímulo é que mesmo smartphones na enorme quota dos casos não estão conectados no Brasil. Mais um menos 3 de quatro linhas ativas ainda são pré-pagas no povo, e nós temos um dos custos de telefonia mais altos do universo. As operadores têm oferecido WhatsApp e Facebook sem custos para planos pré-pagos; no entanto, esses recursos não são suficientes pra acessar o potencial pedagógico da internet que Denis Mizne e Ronaldo Lemos mencionam em seu post. Precisaremos de pelo menos mais quinze anos até que a internet alcance no Brasil a mesma penetração que o smartphone já alcançou.


O salto semântico deste fato seria focar no problema tecnologicamente muito mais complicado, mas econômica e politicamente muito mais fácil, de levar conectividade sem custos diretamente no celular desses alunos. Transportar essa solução de maneira escalável pra todos aqueles que precisam é uma missão que merece a atenção dos nossos melhores cérebros. Toda criança e jovem merece oportunidades educacionais de peculiaridade, independentemente de tuas condições iniciais. Hoje, isso está longe de ser verdade. Se quiser saber mais infos sobre isso desse tópico, recomendo a leitura em outro excelente website navegando pelo link a a frente: Leia mais. E não temos tempo de pular uma geração inteira durante o tempo que nos concentramos nos dificuldades errados.



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